Os perigos da indústria farmacêutica
Enviada em 26/06/2020
É papel da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) a fiscalização de medicamentos no Brasil. No entanto, vê-se que é muito comum a automedicação de remédios mais acessíveis, o que pode prejudicar a saúde da população que a faz. Contudo, quando se trata de fármacos mais caros em que o cidadão necessita, a falta de recursos é preocupante.
Em primeira análise, de acordo com o site de informação da Rede Globo (G1), cerca de 3 a cada 4 brasileiros se automedicam. Isso é devido à falta de fiscalização por parte do Governo, e à falta de informação da população pois, a automedicação pode trazer inúmeros problemas à saúde e, muitas vezes, pelo uso continuo, em excesso e sem acompanhamento médico, o fármaco pode perder o seu efeito no organismo do cidadão que o está consumindo ou, até mesmo, deixá-lo com efeitos colaterais.
Em segunda análise, o alto custo de alguns medicamentos dificulta os cidadãos que precisam do remédio e faz tratamento acompanhado por algum médico. Dessa forma, vê-se que há desigualdade até mesmo nos medicamentos, fazendo com que alguns tenham acesso em excesso à alguns remédios, enquanto á outros esse acesso é restrito, mesmo que possua receita médica para a compra do fármaco.
Dessa forma, conclui-se que, para que os perigos da indústria farmacêutica sejam reduzidos, a mídia e as instituições de ensino devem promover comerciais e palestras para toda a população, com o objetivo de conscientizar as pessoas dos perigos à saúde que a automedicação pode trazer. Ainda, o Governo e a Anvisa devem baixar o preço dos medicamentos de alto custo das empresas do Estado, com parcerias com outros gêneros empresariais, de modo que não haja perda financeira da parte farmacêutica, para que, assim, a população tenha uma regulamentação no acesso adequado aos fármacos e, assim, a sociedade viva de forma saudável.