Os perigos da indústria farmacêutica
Enviada em 26/06/2020
Segunda a filósofa Hanna Arendt, em a banalização do mal, o pior mal é aquele visto como algo comum e corriqueiro. Sob essa visão, é nítido que boa parte da população tem naturalizado o uso de medicamentos sem prescrição medicas. Diante disso, graves perigos estão por ocorrer tais como a ineficácia de alguns medicamentos, e a geração de doenças .
A princípio, de acordo com o ICTQ “a automedicação é praticada por cerca 80% dos brasileiros acima dos 16 anos”. Essa pratica é extremamente prejudicial à saúde humana, visto que, os remédios podem por diversas vezes causar vícios e/ou até mesmo perder o seu efeito. Diante disso, para o melhor funcionamento de todos e qualquer medicamentos é essencial que haja uma prescrição medica e uma leitura atenciosa da bula, pois a partir do cumprimento desses requisitos os consumidores dessas drogas terão informações indispensáveis, desde a posologia até os ensinamentos do que fazer quando esquecer de tomar o remédio no horário certo.
Outrossim, o uso desregrado de alguns medicamentos como os antibióticos, estão por perder as funções, pois esses remédios são muito perigosos, posto que, apenas com o esquecimento das pessoas em tomar essa droga no horário correto pode fazer com que haja uma seleção, ou seja, esses elementos químicos matará as bactérias francas e as forte serão selecionadas, gerando assim, um prejuízo ao paciente, dado que, terá que tomar outros medicamentos mais fortes. Ademais, os remédios quase que em sua maioria são detentores de efeitos colaterais, isto é, como é o ditado popular resolvem um problema e causam outros
Portanto, para minimizar os perigos ocasionados pela crescente indústria farmacêutica, é necessário que órgãos do conselho de farmácia fiscalizem as drogarias para verificar se estão por vender medicamentos sem receitas medicas, por meio de visitas com profissionais especializados na área, para dificultar automedição e propagação de doenças e efeitos derivados do mal uso de remédios.