Os perigos da indústria farmacêutica
Enviada em 22/12/2019
A busca por riquezas e poder sempre estiveram presentes desde a antiguidade. Assim, movidas por ideologia capitalista- apoderar-se do homem para extrair lucro-, as grandes empresas usam seu poder e às mídias para manipular pessoas, levando-as ao consumismo alienado. Assim, nessa mesma perspectiva, às indústrias farmacêuticas crescem e com elas o consumo indiscriminado de medicamentos, pondo a saúde da população em estado de alerta.
É imprescindível ressaltar a importância da administração orientada de medicamentos para o controle de sintomas- pressão alta, gripes, diabetes etc- e realização de cirurgias. No entanto, não é só isso que acontece no Brasil, pois seguindo a lógica do consumo, estimulado por propagandas apelativas, muitas das vezes o controle do uso de drogas de uma forma geral é negligenciado, basta conferir o crescimento gigantesco, quase 40% nos últimos anos, de farmácias em todo país. Assim, é óbvio que essa forma de se cuidar não é saudável, pois além de estimular a automedicação, cria-se uma cultura de procurar a cura através do consumo de alopáticos em detrimento do cuidado preventivo como uma boa alimentação- Hipócrates dizia “Que a comida seja teu alimento e o alimento tua medicina” - , atividade física, leitura e de curas naturais com menos reações adversas ao organismo.
Vale salientar também, que esse quadro é agravado por médicos que são seduzidos por empresas através de benefícios como viagens, jantares e comissões a receitarem suas drogas. Isso, favorece a grande prescrição, quando a adoção de hábitos saudáveis e cuidados terapêuticos seriam suficientes. De fato, tratamentos naturais comprovados cientificamente- ozonioterapia, fitoterapia etc-, são tidos como inimigos dessas indústrias, pois adotá-los iriam diminuir os lucros. Além disso, é sabido que as drogas são produzidas para inibir sintomas levando o paciente a uma dependência cada vez maior, mantendo a lógica capitalista. Dessa forma, para manter a hegemonia, as empresas criaram todo um sistema de propaganda e controle curricular dos cursos de saúde no qual privilegia seus interesses e distorce aquilo que poderia realmente funcionar, como cuidados terapêuticos.
Portanto, diante dessa poderosa indústria e todo o sistema de controle- mídias, universidades, poder público-, criada por ela, é fundamental que terapeutas, médicos, educadores que detém o conhecimento de cuidados preventivos à saúde passem a divulgar em seus trabalhos através de palestras e em redes sociais, pois é preciso mudar essa cultura de alotrópicos, deixando-os para caso de emergência. Ademais, sensibilizar o poder público para implantação de terapias naturais no SUS, procurando fundir as medicinas terapêuticas e alotrópicas com o único objetivo: a cura e qualidade de vida.