Os perigos da indústria farmacêutica
Enviada em 22/10/2019
No filme " Amor e outras drogas" relata em que um dos personagens trabalha na área de vendas do mercado farmacêutico, tratando os remédios como um produto de consumo igual ao outro qualquer. Nesse contexto, na realidade brasileira persiste o empecilho dos perigos da industria farmacêutica, no qual utilizam-se dos receios das pessoas de novas doenças para designar produtos. Com isso, percebe-se a configuração de um grave impasse de contornos específicos, em virtude da facilidade de automedicação,bem como as manipulações dos usuários pelas empresas de medicamentos para maior renda de vendas. Assim, é fundamental desenvolver medidas para atenuar o problema em questão.
Convém ressaltar, a princípio, que a simplicidade da automedicação é um fator determinante para a permanência da problemática. Nesse sentido, segundo o filósofo Thomas Hobbes," as ações do ser humano tendem a prejudicar ele mesmo". Sendo assim, a prática por ingerir medicamentos sem prescrição médica para aliviar sintomas ou até mesmo com autorização do médico em que é comum o paciente aumentar a dosagem estabelecida, nem respeitar os intervalos de uso podem acarretar riscos futuros a saúde, como a intoxicação e o agravamento de doenças, conseguinte contribuir para o atraso e dificuldade quanto aos diagnósticos. Logo, é indispensável a conscientização das ameaças que trazem a má administração dos produtos farmacêuticos.
Cabe salientar, outrossim, que a manipulação das empresas para aumentar a quantidade de ganho e lucro é outro ponto relevante para atentar-se para a solução do assunto. Sob tal ótica, de acordo com o sociólogo Max Weber, o que acontece na sociedade é devido ao contexto que estão sendo inseridas. Nesse sentido, o capitalismo influenciam no modo como as pessoas gerenciam os seus negócios, dessarte as instituições nos quais produzem remédios dominam técnicas em médicos e farmacêuticos a indicarem os medicamentos de certos laboratórios para aumentarem os lucros, ultrapassando valores e ética moral. Ademais, um remédio indevidamente prescrito acarretam outros sintomas e, consequentemente aquisição de um novo produto para a resolução do mesmo.
Diante dos fatos supracitados, faz-se necessário que sejam tomadas ações para amenizar o problema, a fim de obter um desenvolvimento nacional. A vista disso, o Ministério da Saúde possa conscientizar a população das consequências da má condução de substâncias no organismo, por meio de políticas públicas, palestras e mídias com intenção de atingir, princialmente, os adultos A minimizarem o uso. Além do mais, o poder executivo consiga elaborar regimes e fiscalizações nas instituições farmacêuticas sobre os altos índices de vendas, verificando assim se há manipulação nos médicos. Logo, tais soluções possam trazer melhorias para a população e crescimento do Brasil.