Os perigos da indústria farmacêutica

Enviada em 19/09/2019

A Organização Mundial da Saúde (OMS) defende a orientação e acompanhamento profissional em qualquer problema que comprometa a saúde humana. No entanto, no atual cenário global, observa-se justamente o contrário, quanto aos perigos da indútria farmacêutica. Nesse contexto, percebe-se a configuração de um grave problema de contornos específicos, em virtude de falta de concientização que gera automedicação sem nenhum acompanhamento médico.

Mormente, é importante destacar que tem razão o educador brasileiro Paulo Freire ao afirmar que necessitamos de uma educação social explícita, que desenvolva conhecimentos de acordo com o bem estar coletivo. Com isso, a escola assume o papel de agente que rompe com os pensamentos que coloquem em risco a saúde pública.

No entanto, mesmo com a educação agindo, o fácil acesso a medicamentos sem prescrição, resultou, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estátistica (IBGE), em altos indíces de estigmatização á respeito do uso desses remédios.  Outrossim, segundo a OMS, no mundo, 1 a cada 5 pessoas fazem uso de produtos químicos sem orientação.

Portanto, para mudar esse cenário, é dever de cada país, em parceria com hospitais e centros de reabilitação química, promover projetos, por meio de uma ampla divulgação midiática. Consoante a isso, será feita a proibição de venda ou divulgação de medicamnetos sem as devidas prescrições médicas. Tal projeto terá como principal objetivo trazer maior lucidez para as pessoas acerca dos farmacos, trabalhando em programas de televisão a importancia da ciência, contando com debates.