Os perigos da indústria farmacêutica

Enviada em 17/09/2019

Segundo Sartre, filósofa francês, o ser humano é livre e responsável, cabe a ele escolher a melhor maneria de agir e pensar. Todavia, a respeito dos perigos da indústria farmacêuticas, recai sobre o homem meios para atenuar esse impasse. Nesse contexto, deve-se analisar os avanços tecnológicos na produção dos remédios e automedicação dos indivíduos.

Em primeira perspectiva, é importante destacar o desenvolvimento tecnológicos na fabricação dos medicamentos. Ainda sob esse ângulo, a partir do período da Segunda Guerra Mundial, os avanços tecnológicos possibilitou a produção do primeiro antibiótico em massa, que é usado até os dias atuais. Hodiernamente, é visível que os avanço da ciência foi fundamental para que a indústria farmacêutica atenda a grande demanda de indivíduos, no entanto, o uso indevidos e as falta de regularização desses medicamentos tornou-se um problema para o âmbito social.

Ademais, atrelado ao desenvolvimento farmacêutico, salienta-se que a automedicação é um impulsionador dos perigos causados por essas drogas. Nesse viés, a filósofa Hannah Arendt, com o conceito “a banalidade do mal”, afirma que o pior mal é aquele visto como algo cotidiano, corriqueiro. Haja vista que tomar remédio por conta própria é observado de maneira comum, mas representa um grande mal para a saúde desse indivíduos, que de acordo com  ICTQ (Instituto de Ciência, Tecnologia e Qualidade), cerca de 80% dos brasileiros prática esse hábito.

Torna-se evidente, portanto, a atuação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária, por meio de verbas governamentais, deve-se submeter todos os medicamentos a teste antes da comercialização, assim evitará futuros problemas para o consumidor. Outrossim, o Ministério da Saúde, por intermédio de verbas governamentais, deve promover campanhas nos meios de comunicações sociais como, redes sociais e televisivas, que informa as problemáticas da automedicação nas saúde das pessoas, assim reduzirá essa prática. Destarte, por meio das boas escolhas, conforme Sartre, amenizará os perigos das indústria farmacêuticas.