Os perigos da indústria farmacêutica
Enviada em 01/09/2019
Segundo o filósofo Ralph Wando Emerson, ‘‘A maior riqueza é a saúde’’. Visto isso, é possível destacar que os perigos da indústria farmacêutica tornam-se cada vez maior, pois priorizam os lucros financeiros e consideram, em segundo plano, infelizmente, a saúde do paciente. Com isso, esse desinteresse pelo bem estar do paciente intensifica a problemática ao denotar desinteresse pelo próprio doente, porque muitos trocam a recomendação médica e a do farmacêutico pelo próprio ‘‘achismo’’ ou pela pesquisa de seus sintomas na Internet.
No contexto relativo aos perigos da indústria farmacêutica, destaca-se a pouca importância com a saúde do consumidor. Nesse sentido, com o objetivo sendo aumentar a margem de lucro, muitos farmacêuticos aproveitam-se do medo e da ignorância do consumidor para receitar diversos remédios. Ademais, muito desses medicamentos, infelizmente, são comprados sem prescrição médica ou quando não precisam ser tomados, mentindo, então, para o comprador. Assim, essa cobiça exacerbada por dinheiro põe em risco a saúde do cliente, no qual o faz consumir diversos produtos da farmácia, da qual aproveita-se da inocência do comprador.
Em consonância a isso, é importante salientar que a falta de consciência da população agrava a problemática, tornando-se ainda mais prejudicial. Uma pesquisa publicada pelo site Portal T5, diz que 80%, aproximadamente, dos brasileiros tomam remédio por conta própria. Ou seja, muitas pessoas com problemas de saúde apenas pesquisam na internet seus sintomas e que medicação ingerir, podendo, então, agravar a situação, já que não teve o devido acompanhamento. Por isso, é importante que o povo consulte um especialista na área da saúde para prescrever o remédio que o paciente precisa. Diante dos argumentos supracitados, é mister que o Estado tome providências para amenizar o quadro atual.
Portanto, urge que o Ministério da Saúde, realize inspeções nas farmácias de todo Brasil, através da contratação de agentes fiscalizadores para conferir registos, vendas e receitas médicas, pois com o Estado vigiando-lhes, os farmacêuticos irão importar-se mais com o bem estar do cliente. Além disso, é de suma importância que agentes de saúde realizem, através de passeatas, campanhas de conscientização à população a fim de mostrar os perigos que podem ocorrer com a automedicação, com a finalidade de induzir as pessoas a sempre procurar um profissional para tirar suas dúvidas e receitar medicamentos corretos. Somente assim será possível combater os perigos da indústria farmacêutica e criar uma sociedade consciente de que a saúde é a maior riqueza, como propôs Ralph Wando Emerson.