Os perigos da alienação parental

Enviada em 29/12/2020

Para o nascimento de uma criança é necessário um pai e uma mãe, constituindo uma família, porém com divórcios, essa estrutura é quebrada. Com a separação entre os pais, cerca de 10% deles pratica a alienação parental, em que tomam a guarda dos filhos e tentam separar e cortar qualquer ligação com o outro, geralmente tenta-se passar uma péssima imagem do outro responsável, como se ele fosse um monstro. Ao realizar isso, a saúde mental da criança é deteriorada, podendo levar a problemas como depressão e instabilidade emocional.

A alienação vem se tornando um problema cada vez mais presente em nossa sociedade, já que cerca de 87,1% dos casos de divorcio, segundo o IBGE, as mulheres ficam com a guarda dos filhos e os homens cada vez mais presentes na vida da criança também querem poder ter sua guarda. Assim quando um responsável consegue a guarda ele irá tentar cortar o contato com o que uma vez foi seu parceiro, para que ele não interfira na criação da criança, independente se foi o pai ou a mãe.

Muitas vezes isso ocorre por conta de brigas durante o casamento, que levam ao crescimento de pensamentos vingativos, que são descarregados nos filhos, que não podem ver seu outro responsável. Muitas vezes a criança fica com o responsável que não queria conviver, deixando-a triste e deprimida, podendo levar a depressão e instabilidade emocional. Para melhorar a situação, foram criadas leis que proíbem a alienação parental.       Para acabar com esse sofrimento das crianças, o sistema legislativo deveria considerar a preferência da criança para decidir com quem ficaria com sua guarda, evitando os problemas psicológicos por causa de ficar com a guarda de alguém que ela não quer. Para evitar a alienação, a guarda compartilhada deve ser considerada, para que todos possam aproveitar a presença da criança.