Os perigos da alienação parental
Enviada em 20/11/2020
Com a eclosão da pandemia do corona vírus e por consequência o isolamento social, o número de divórcios cresceu em grande escala no Brasil. E a maior parte de quem sofre com essas separações, são as crianças e adolescentes (os filhos), que vivem praticamente no meio de um fogo cruzado que são as brigas após a desunião. Com efeito, evidencia-se a necessidade da conscientização dos pais, sobre os problemas que a alienação parental pode causar aos seus filhos.
Na sociedade, as pessoas nascem como folhas em branco, que precisam ser educadas e ensinadas a como viver individualmente e em conjunto. E já que as escolas pecam nesse quesito, cabe aos pais inteiramente ensinar e educar seus filhos sobre a sociedade em geral, porém a “guerra” iniciada pelos cônjuges pode vir a acarretar diversos problemas psicológicos e quebrar esses ensinamentos passados.
Além disso, embora usar filhos como instrumento de vingança pelo fim da vida conjugal seja crime, dezenas de pais utilizam esse método para ganhar bens e vencer essa “guerra”, entretanto essa forte coação pode servir de válvula para doenças psicológicas como depressão, ansiedade e síndrome do pânico, já que por serem pressionados demais, as emoções que estão começando a se formarem acabam por se tornarem instáveis.
Diante dos aspectos mencionados, fica evidente a necessidade de medidas para conter o avanço da alienação parental. Logo, é necessário que o Estado direcione capital ao MS (Ministério da Saúde), para a criação de alas psiquiátricas, com o intuito de conscientizar tanto os pais quanto os filhos dos problemas psicológicos que podem surgir ou se agravarem em meio essas brigas após o término do relacionamento. Para que assim, a alienação parental não seja mais um problema na sociedade brasileira.