Os perigos da alienação parental
Enviada em 19/11/2020
Desde o iluminismo entende-se que uma sociedade só progride quando um se mobiliza com o problema do outro. No entanto quando se observa a alienação parental, verifica-se que esse ideal iluminista é constatado na teoria e não desejavelmente na prática. Logo essa problemática persiste intrinsecamente ligada á realidade do país, podendo aferar o desenvolvimento pessoal da criança ou adolescente acarretando em distúrbios psicológicos.
Em primeira análise, é preciso enfatizar que manipular crianças pode causar prejuízos comportamentais, além de ser um crime perante a sociedade. Dessa forma, as instituições familiares falham ao aplicar a ética universal visto que a difamação e o discurso de ódio gerado pela alienação parental provocam efeitos psicológicos na formação dos jovens, nessa perspectiva, crescerão em um ambiente conturbado, agravando ainda mais sua saúde mental.
Outrossim, de acordo com filósofo Jhon Locke, o ser humano nasce com uma tábula rasa, ou seja as crianças sabem pouco sobre a vida e de como agir em sociedade, sendo moldadas de acordo com o que lhe é exposto. Nesse sentido, a agressividade e a manipulação dos pais aferam diretamente no comportamento dos indivíduos, acarretando sobre eles problemas de ansiedade, depressão e até suicídio.
Portanto, com base no argumento anterior, o Ministério da Justiça e Segurança Pública deve estabelecer projetos que visem a amenizar esse impasse. Sob essa premissa, é imprescindível o lançamento de uma campanha publicitária sobre o tema por meio de anúncios na mídia, em que especialistas em direito da família alertem sobre suas causas e consequências, e forneçam uma forma de denunciar esse comportamento, a fim de reduzir o impacto na população brasileira. Este obstáculo. Em suma, todos esses objetivos são fazer com que a estrutura social se beneficie do indispensável direito ao bem-estar coletivo estipulado na Constituição, ou seja, a garantia da proteção familiar.