Os perigos da alienação parental

Enviada em 19/11/2020

A alienação parental é um termo designado para relatar situações em que um dos familiares de uma criança, seja ele pai, mãe ou avós, induz noções pejorativas de um dos genitores, de modo a causar o repúdio da criança. Esse fato tem se tornado presente em vários lares, o que representa um grave problema para o desenvolvimento físico e mental da vítima. Logo, faz-se necessária uma reflexão crítica sobre o tema.

A priori, uma das ameaças que a alienação parental pode trazer à criança ou ao adolescente são consequências psicológicas como depressão, ansiedade e síndrome do pânico, uma vez que o infanto-juvenil é manipulado e pressionado a ficar ao lado de um dos pais, pois irá mexer com as emoções do filho, gerando raiva e confusão a esse. De certo, na alienação parental, quem sofre mais são os infanto-juvenis e se faz necessário medidas de ratificação da lei de alienação parental para que haja o mínimo de desgaste a criança ou ao adolescente.

Por conseguinte, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística(IBGE), o Brasil é um país jovem, isto é, pessoas novas em sua grande maioria já tem filhos. Nesse viés, é necessário salientar que não existe nenhum tipo de instrução governamental para os jovens que tem filhos. Assim, ficam desnorteados sobre como criar um filho, com resultado, acaba por ser prejudicada a educação familiar dessas crianças, uma vez que os próprios pais não sabem como lidar com um filho. Desse modo, faz-se presente a necessidade do apoio governamental.

Nesse contexto, os conselhos tutelares, bem como a sociedade civil organizada, deverão através de campanhas educacionais conscientizar os adultos para os perigos da alienação parental. Afinal de contas, com um ambiente familiar mais salutar, não apenas o núcleo familiar a qual o jovem pertence, como também toda a população será profundamente beneficiada em suas relações parentais e interpessoais de forma ampla e eficaz.