Os perigos da alienação parental

Enviada em 19/11/2020

O psiquiatra infantil, Dr. Richard A. Gardner, cunhou o termo “síndrome da alienação parental” nos anos 1980. A alienação parental envolve a mãe ou pai virando seu filho contra o genitor, criando sentimentos ruins no filho em relação ao genitor. Fazendo com que a criança odeie um de seus genitores sem se quer ter uma justificativa.

Esse comportamento é resultado da falha dos genitores em separar os conflitos de seu relacionamento com as necessidades da criança. A criança se torna um meio para realizar o objetivo do genitor alienante, que é afastar o outro genitor, interferindo-o em sua relação com a criança. Esses genitores usam uma série de estratégias, tais como: maldizendo sobre o outro pai na frente da criança e restringir o tempo da criança com o outro pai.

Além disso, essa relação tóxica não só piora o relacionamento entre os genitores, como também afeta o psicológico da criança de maneira significativa, acarretando problemas como depressão infantil, ansiedade, dificuldade de aprendizagem, medo, agressividade e falta de confiança nas pessoas. No qual mudará a sua visão em relação a um de seus pais.   Diante desse cenário, são necessárias medidas para que a alienação parental minimize no Brasil. É necessário que o Conselho Tutelar crie estatutos específicos de combate a essa temática e deverão também, através de campanhas educacionais conscientizar os adultos sobre os perigos da alienação parental na vida da criança.