Os perigos da alienação parental
Enviada em 19/11/2020
A alienação parental é quando uma pessoa da família, sendo próxima da criança, começa a fazer um jogo mental e virando a criança contra alguém da família. A primeira pessoa a estudar esse caso foi um psiquiatra estadunidense chamado Richard Gardner, em 1995 ele criou o termo síndrome da alienação parental, que é quando a criança começa a aceitar a ideia de quem está falando mal do outro genitor e acaba virando uma racionalização, por exemplo, a mãe começa a falar mal do pai e o filho também.
Dessa forma, a alienação acaba existindo por briga entre pais. A partir de 2010, no Brasil, quando houver uma alienação, pode-se entrar no ministério público através de um advogado e querer a aproximação com o filho, no estatuto da criança e do adolescente diz que toda criança tem livre acesso aos seus genitores e tem direito a convivência familiar, se existe a alienação e a mãe ou o pai impede da criança ver seu outro genitor, a pessoa está ferindo um direito básico da criança.
Além disso, a alienação causa efeitos psicológicos na criança, sendo de transtorno leves até mais pesados, como depressão e suicídio, a partir do momento em que os pais fazem esse jogo mental, eles acabam não pensando o quão difícil é para a criança viver em um lar onde não se pode nem ver alguém que é extremamente importante para sua formação. Além de causar problemas para os filhos, os pais que sofrem essa alienação também podem ter transtornos mentais.
Portanto, medidas são necessárias para combater o impasse. A alienação vem através de jogos mentais no psicológico do filho, então a falta de informações acaba sendo uma grande inimiga, tanto para a criança e adolescente, tanto para os pais que estão sofrendo, então é necessário a divulgação dessa alienação para as pessoas, sendo pela escola com palestras de pais e filhos, ou até aulas, mostrando a importância da família e mostrando a importância desse problema para o filho para ele saber identificar se está sofrendo a síndrome e pedir ajuda.