Os perigos da alienação parental
Enviada em 20/11/2020
Na contemporaneidade não é difícil encontrar casos de alienação parental, onde um dos pais tenta manipular o filho contra o outro lado. Essa disputa pela guarda da criança gera vários problemas entre elas as sequelas psicológicas como a depressão, ansiedade e até mesmo a síndrome do pânico enfrentada pela maioria das crianças. Segundo os dados do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo o número de processos por alienação parental cresceu 5,5% de 2016 para 2017, saltando de 2.241 para 2.365 casos.
A maioria das crianças que sofrem de alienação parental, apresenta diversos problemas durante seu desenvolvimento, como danos psicológicos e comportamentais, pois muita das crianças acabam criando bloqueios e se tornando agressivas, ansiosas e depressivas, isso acaba interferindo no desenvolvimento escolar da criança. Outro problema é que muito dos afetados adolescentes correm o risco de se rebelar e veem nas drogas e no álcool um refúgio da dor.
Esse problema surgi do abuso de maneira direta ao artigo 227 da Constituição Federal onde os pais deveriam cuidar e zelar pela saúde e bem estar dos filhos, mais indiretamente os manipulam e os afetam com as brigas.
Uma solução viável seria o Estado fornecer acesso público com médicos especializados na saúde mental além de tratamentos, como a ajuda de um psicoterapeuta e terapias. Outra forma de solução seria o governo investir em campanhas públicas para conscientizar os pais sobre os problemas que a alienação pode trazer para a criança. e por último o Estado deveria disponibilizar um profissional da área psiquiátrica para supervisionar os envolvidos durante o processo de separação, para que não sofram de alienação parental.