Os perigos da alienação parental

Enviada em 20/11/2020

Na contemporaneidade há um aumento de 3,2% entre 2017 e 2018 no índice de divórcios, segundo a pesquisa Estatísticas do Registro Civil, feito pelo IBGE, o que acarreta em uma alienação parental, onde um dos pais tenta fazer com que o filho fique contra o seu progenitor, consequentemente criando traumas psicológicos em crianças que estão ainda na sua fase de desenvolvimento.

É notório que pais divorciados podem trazer consequências psicológicas como ansiedade, depressão e síndrome do pânico à criança ou o adolescente, prejudicando também no ambiente escolar, gerando dificuldades de aprendizagem e concentração, uma vez que essa é manipulada a ficar do lado de um dos pais. É certo que sem saber como agir diante de tanta tortura psicologia recorreram ao álcool e às drogas, em uma tentativa de aliviar a culpa e a dor que sentem pelo mal estar entre os pais.

Ademais, a família que promove os abusos de forma direta ferindo assim o artigo 227 da Constituição Federal onde está claro que é ela quem deve cuidar da criança e do adolescente. Por outro lado podemos ressaltar fatores como dificuldade de acesso público a médicos que tratem da saúde mental, visto que a procura por um profissional psicológico é alta, por conta dessa demanda não possuem profissionais disponíveis, além de que tem uma dificuldade no acesso tanto no setor privado quanto no público.

Portanto, é de suma importância que o governo invista em profissionais da área psicológica nas escolas, fazendo um acompanhamento diário nos alunos e nas famílias, orientando os pais em processo de separação, mostrando a alteração do desempenho da criança na escola e informando os pais a necessidade de colocar o sentimento do filho sempre em prioridade, investir também em campanhas e divulgações orientando os perigos da alienação parental e o que ela pode causar tanto para os pais quanto para o filho.