Os perigos da alienação parental
Enviada em 14/06/2020
De acordo com o Ministério Público do Paraná, nos Estados Unidos, cerca de 80% dos filhos de pais divorciados já sofreram algum tipo de alienação parental. Já no Brasil, o número de processos por alienação parental cresceu 5,5% de 2016 para 2017, saltando de 2.241 para 2.365, segundo dados do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo. Mas o que venha ser alienação parental?
Alienação parental é quando ocorre uma separação de um casal que possui filho(s), onde um dos pais influência o filho a tomar partido e se colocar contra um dos outros pais, que podem prejudicar o dia-a-dia e a saúde do seu próprio(s) filho.
Podemos perceber que a maior vítima disso tudo são os filhos que são influenciados pelos pais a odiar, assim prejudicando sua própria saúde, causando sintomas como: ansiedade, nervosismo, agressividade, depressão, falta de organização, isolamento, insegurança, dificuldades de aprendizado, sentimento de culpa, desespero, dentre outro. Todos esses sintomas podem, inclusive levar a criança/jovem à inclinação às drogas, ao álcool e até mesmo ao suicídio em casos mais graves.
Além de ser prejudicial a vítima, tal conduta é criminalizada, pois de acordo com a Lei 12.318, de 26 de agosto de 2010 do Art. 3º: a prática de ato de alienação parental fere direito fundamental da criança ou do adolescente de convivência familiar saudável, constitui abuso moral contra a criança ou o adolescente.
Por fim, podemos compreender que a alienação parental é algo que fere a criança e o jovem pois traz transtornos graves do ponto de vista psicológico e emocional. Logo, devemos orientar os pais para não praticarem atos que prejudiquem e depreciem seus ex-companheiros.