Os perigos da alienação parental
Enviada em 08/04/2020
No meio das atitudes ruins de adultos, as crianças são as que mais sofrem com tudo isso. E as consequências podem surgir em curto, médio e longo prazo, dependendo dos pais.
Quando um casal se separa, não se dando muito bem, não é raro uma das partes (ou mesmo as duas) usar os filhos como pontes de finais de semana. Não estando resolvido emocionalmente. O comportamento inicial que o responsável na maioria das vezes faz, é, fazer com que as crianças para não gostem mais da outra pessoa. Fazendo assim a criança perde o contato com o outro, criando uma imagem ruim na sua cabeça, que não tem nada a ver com a história de separação.
O segundo passo comum é fazer com que as crianças tenham medo da mãe ou do pai que está do outro lado, e tendo afeto maior pro próximo companheiro do adulto que tem a sua guarda.
A partir do momento em que a manipulação da cabeça da criança começa a ser mais intensa, ela reage de alguma forma. E quando acaba crescendo e descobrindo que era tudo uma fantasia, que estava sendo enganada por quem tinha a sua guarda, que a pessoa do outro lado não era um monstro, ou qualquer outra coisa, a criança começa a se sentir culpada, triste, com raiva entre diversos outros fatores, sentimentos e pensamentos.
Sendo complicado quebrar uma referência por causa do que a outra diz sem que haja alguma sequela psicológica. O rendimento escolar também fica comprometido e a criança pode até entrar em depressão, desenvolver ansiedade e síndrome do pânico. Tudo por ela não saber como agir diante da tortura psicológica que está sofrendo.