Os perigos da alienação parental
Enviada em 29/03/2020
Alienação parental, uma vingança ou um abuso ao psicológico dos próprios filhos? Este tema tem sido muito comentado ultimamente, e cada vez, vindo mais à tona. Pais divorciados, com uma má relação, acabam descontando nos filhos, difamando o(a) ex companheiro(a) como meio de “vingança” pela separação, pode vir tanto do pai quanto da mãe.
No entanto, estas ações não resultam em nenhuma vingança, mas sim, em um abuso ao psicológico dos filhos, fazendo com que a criança fique confusa, como se estivesse em um “cabo de guerra”, sem saber à qual lado ir. Também acaba impedindo o vínculo afetivo, promovendo a separação com aquele que não ficou com a guarda. Além disso, há os traumas, problemas, consequências psicológicas que o podem seguir pelo resto da vida, como por exemplo: depressão, ansiedade, dificuldade em manter relacionamentos por conta de confiança, desamparo (que também pode atrapalhar relacionamentos futuros), entre outros.
Percebe-se, que se trata de algo extremamente sério, podendo acabar com a vida inteira de uma criança. Algo tem de ser feito! Os casos de alienação parental tem praticamente duplicado em certos estados aqui no Brasil. Na vida da criança os dois são importantes, tanto o pai quanto a mãe, é preciso haver uma relação saudável entre os pais, mesmo que estejam divorciados ou nem mesmo tenham sido casados. Devem ser realizadas e promovidas, mais oficinas e campanhas, onde pais e filhos tratam o acontecimento do divórcio ou separação e abrem espaço para falarem sobre suas angústias, medos e ressentimentos. Porém, caso seja tarde demais, logo após a justiça fazer a sua parte, recomenda-se que a criança receba acompanhamento com atendimento psicológico e terapeuta.
Portanto, conclui-se que devem ser promovidas mais oficinas e campanhas, seja pelo governo ou por outras famílias que desejam colaborar e ajudar, dirigindo e aconselhando as famílias que foram separadas, e, como manter suas relações familiares de forma respeitosa e amigável.