Os perigos da alienação parental

Enviada em 18/10/2019

Durante a Idade Média, a igreja católica manipulou fortemente seus seguidores na forma de agir e pensar. Assim como outrora, as manipulações continuam presentes na vida de muitas pessoas, principalmente crianças e adolescentes, que são manipuladas pelos pais em detrimento do processo de divórcio, criando assim, uma maior desestabilização emocional ao menor que está envolvido.

Considerado um processo bastante difícil, o divórcio tem sido cada vez mais constante nos lares brasileiros; acarretado por alguns fatores, a separação de um casal causa instabilidade nos indivíduos, principalmente quando  se tem a presença de filhos, que são os mais afetados emocionalmente e fisicamente, principalmente quando o divórcio não acontece de forma amigável, onde os ex cônjuges causam desarmonia no relacionamento existente em pai/mãe e filho(s).

Diante da tamanha confusão, há um bloqueio na aprendizagem dos menores, como também o desenvolvimento de transtornos mentais como a depressão e o desencadeamento da agressividade e, até mesmo, um repúdio ao seu pai/mãe alienado. Por serem a figura superior, assim como a igreja católica na idade média, os pais exercem forte influência sobre os pensamentos de seus filhos, tornando mais fácil o processo de alienação parental.

Para a diminuição de tantos prejuízos causados aos menores, a escola desempenha um papel de suma importância, oferecendo maior apoio e assistência aos pais, crianças e adolescentes, por intermédio do oferecimento de serviço social e projetos que criem uma maior integração entre escola e família, para que os problemas enfrentados possam serem resolvidos sem prejudicar o desenvolvimento intelectual e a ocorrência de outros problemas que prejudiquem ao aluno/filho.