Os perigos da alienação parental

Enviada em 14/10/2019

O documentário “morte inventada”, tematiza os efeitos e consequências das histórias de crianças e adolescentes que sofreram influências familiares após a ruptura da vida conjugal dos pais. Diante disso, no que tange a questão dos perigos da alienação parental, percebe-se a configuração de um grave problema- afronésia e psicológicos- de contornos específicos, em virtude da ineficiência dos ministérios públicos, bem como a relação dos efeitos da manipulação do menor por irresponsabilidade familiar. Nesse sentido, evidencia-se a necessidade de desenvolver melhorias nas instituições tanto públicas quanto individualmente dos genitores.

Convém ressaltar, a princípio, que as influências tem como processo conduzir o herdeiro não ter ou querer afeto e carinho ao outro familiar. Nesse sentido, foi sancionada a lei de Nº 12.318 no qual considera as ações de alienação parental como violência psicológica e garante direitos de medidas protetivas contra o autor da violência. No entanto, o que se verifica na realidade brasileira atual, a ineficiência do Ministério público de assegura segundo a lei com punições,advertências e multas possibilita uma brecha ao familiar de agir e conduzir o afastamento da criança do outro genitor, por interesses próprio como a responsabilidade da guarda do menor. Com efeito, e substancial a alteração desse aspecto na sociedade que afeta principalmente os menores.

Por conseguinte, a manipulação do familiar dificulta a convivência do adolescente ao outro, podendo afeta pelo restante da vida do menor. Nesse contexto, segundo o médico e psiquiatra Freud, as experiências vividas na infância tem uma forte influência no comportamento do indivíduo por toda a vida. Dessa forma, portanto, a irresponsabilidade do indivíduo em transformar os pensamentos a respeito de um familiar, abalando os laços afetivos, provocam intensos resultados no futuro prejudicando o psicológico e emocional da criança podendo acarretar sérios transtornos e problemas. Outrossim, a ausência de um dos responsáveis afetam nas escolhas e decisões do menor ao longo do desenvolvimento a fase adulta.

Em síntese, medidas devem ser efetivadas a fim de atenuar os perigos causados pela alienação familiar . Desse modo, o poder executivo juntamente com normas diretrizes dos advogados possam por meio de fiscalizações verificar a possível ocorrência de alheação e aplicar segundo a lei advertências e multas ao familiar, com o intuito de não houver o afastamento de um dos responsáveis ao menor e assim, reduzir futuras lacunas que instigam pertubações no desenvolvimento da criança.Assim como, a conscientização coletiva na sociedade dos riscos que trazem aos descendentes.Logo, tais soluções possam transformar o problema em águas passadas e, ficção ao documentário morte inventada.