Os perigos causados pela influência digital no Brasil

Enviada em 02/09/2024

Em 2023, uma jovem chamada Jéssica cometeu suicídio por conta de diversos ataques que ela sofreu por conta de um possível “affair” com o influenciador Whindersson Nunes, que inclusive nunca existiu. De forma análoga, a internet vem se mostrando cada vez mais influente nos dias atuais na vida do povo brasileiro. Essa influência vem se mostrando cada vez mais perigosa pois torna a sociedade alienada e dependente da própria mídia. Assim, se vê como necessidade a solução desse problema.

Primeiramente, é justo destacar o papel da própria mídia quanta a influência econômica. Zigmunt Bauman diz que o incentivo ao consumo aliado ao desenvolvimento tecnológico gera uma sociedade consumista e insaciável. Deste modo, os grandes influenciadores acabam por fazer o papel de incetivador ao consumo, assim gerando uma sociedade consumista, que demanda muita produção de produtos supérfluos. Desta maneira, gerando riscos ambientais e socioeconômicos que têm por causa o consumo insaciável, pois diversos desses produtos serão descartados rapidamente, além do gasto com a produção, tal qual o período da Revolução Industrial.

Além disso, é necessário ressaltar o papel da mídia quanto a influência da vida cotidiana. Em 2021, Lucas, filho da cantora Walkyria, cometeu suicídio após receber diversas ofenças virtuais de cunho homofóbico. Sendo assim, demonstra que, cada vez mais, opiniões provenientes da Internet afetam pessoas na vida real, deste modo deve-se haver um maior cuidado e fiscalização com cometários maldosos na Internet. Com isso, o abandono social feito por plataformas torna esses lugares como “Terras sem lei”, contribuindo pro número de doenças psicológicas no Brasil.

Portanto, se vê com urgência a resolução dessa problemática brasileira. Dito isso, o Estado, sendo ele o promotor de políticas públicas, deve promover palestras em escolas com especialistas na área psicológica e digital com a finalidade de informar os jovens sobre os riscos da influência digital no dia a dia e estimular debates em sala de aula sobre o tema, além de promover leis que fiscalizem as redes para prevenir mais casos fatais de “cyberbullying”. Destarte, será possível a resolução desse empecilho.