Os impasses éticos e morais do uso de Inteligência Artificial

Enviada em 01/08/2025

Segundo o dicionário de Oxford, a palavra “Brain rot” ganhou destaque no ano de 2024, sendo eleita a palavra do ano, siginificando “cérebro apodrecido”. Essa palavra mostra a realidade do que está ocorrendo. Assim, nota-se a necessidade de discurtir os alicerces que sustentam os impasses éticos e morais do uso da inteligência artificial, com enfase na falta de responsabilidade das pessoas e a confiança excessiva na IA, tópicos indispensáveis sobre a questão.

Em primeira análise, é necessário ressaltar sobre a confiança excessiva no uso da IA. A partir dessa perspectiva, o filme “A inteligência artificial’’ retrata um robo chamado David, que é feito para ser um filho e demostrar amor. Fora da ficção, vê-se que situações como a do filme estão ocorrendo cada vez mais, exemplo disso é parte da população, principalmente os mais jovens, utilizar a inteligencia artificial como um amigo ou como psicológo. A vista disso, as pessoas colocam mais confiança na IA do que nos profissionais.

Posteriormente, a falta de responsabilidade da população em relação ao uso da IA. Na obra I Have No Mouth and I Must Scream, de Harlan Ellison, uma superinteligência artificial criada para fins militares se rebela contra a humanidade. A narrativa funciona como uma metáfora das consequências da criação de tecnologias sem ética e responsabilidade. Fora a ficção, se as medidas cabiveis não forem tomadas, esse cenário pode se tornar realidade.

Em virtude dos fatos anteriormente citados, é necessário que o governo, por meio do ministério da educação, adicione cursos de IA nas escolas, assim ensinando as crianças a usarem a IA com mais responsabilidade, e mostrando os problemas que a IA pode trazer para a convivencia humana na sociedade.