Os impasses éticos e morais do uso de Inteligência Artificial

Enviada em 01/08/2025

Desde a Revolução Industrial, o ser humano busca criar máquinas para facilitar sua rotina. No entanto, com o avanço acelerado da tecnologia e o avanço acelerado da Inteligência Artificial (AI), o uso começa a gerar benéficos mas também empecilhos para a sociedade como um grande impacto social e a exclusão de vulneráveis.

Diante disso, com o crescente número de trabalhadores sendo substituídos pelas tecnologias, o mercado de trabalho vem sendo impactado pelo desemprego estrutural. Com o aumento da automação das máquinas, as funções repetitivas, rotineiras e intelectuais necessárias para tal trabalho, são geralmente dadas as máquinas ao invés de indíviduos menos qualificados, causando assim, uma grande desigualdade.

Esse cenário afeta diretamente pessoas de classes sociais mais baixas, perdendo seu valor ético e moral diante de um novo modelo econômico, que prioriza a produtividade da empresa, em detrimento a humanidade. Assim, torna-se necessário a intervenção de políticas públicas parra reforçar a requalificação da sociedade para as novas exigências do mundo digital.

Portanto, é evidente que o avanço da Inteligência Artificial exige uma reflexão ética e cuidadosa. Para mitigar os impactos negativos no mercado de trabalho, é importante que o governo crie políticas públicas voltadas aos profissionais, como cursos técnicos e investimento em educação digital. Contribuindo para que o mercado de trabalho esteja mais consciente e preparado para as transformações tecnológicas que vêm ocorrendo no mundo.