Os impasses éticos e morais do uso de Inteligência Artificial
Enviada em 16/03/2021
Inteligência artificial, um grande problema ou uma grande salvação? Durante os últimos anos a nossa tecnologia aumentou cada vez mais, a troca de objetos foi virando cada vez mais comum, mas não foram apenas objetos a serem trocados.
Não só empresarialmente mas também na convivência, a inteligência artificial roubaria o cenário local dos trabalhadores, as casas além de modernas seriam mais práticas em relação a por exemplo, empregados que se sustentam disso, já que segundo o IBGE são 6,3 milhões de empregados e isso tendo apenas 1,7 milhões com carteira assinada. No meio trabalhador, o trabalho braçal iria se salvar por muito tempo, isso com a constante crescente da tecnologia seria difícil substituir o trabalho desse nível, contudo, o número de pessoas que vem sendo trocadas por máquinas no meio agrícola é muito elevado, talvez tão mais quanto o número urbano. Porém, os chefes seriam cada vez mais favorecidos com esse sistema, já que a substituição por menos gasto seria algo dentro da realidade.
O desemprego seria cada vez mais comum e ocasionaria na revolta de multidões contra o sistema inteligente, com isso a economia cairia em uma catástrofe pela falta do poder de compra das pessoas. E por mais que seja algo complicado de ocorrer, os nossos substitutos podem chegar a uma inteligência tão grande que começaram a tomar decisões próprias, isso é retratado no vídeo-jogo da empresa “Quantic Dream” chamado “Detroit Become Human”, onde androides que através dos anos substituíram os seres humanos em vários tipos de trabalhos acabam por se tornarem “rebeldes” e começarem a tomar decisões únicas e no meio da obra eles começam a ter sentimentos reais.
Com tudo isso apresentado, é correto pensar que não haveria uma solução e que essa realidade se tornaria cada vez mais a nossa, mas tudo o que é controlado precisa de um controlador, um pouco de trabalho no controle da inteligência artificial seria crucial para o emprego de toda uma população.