Os impasses éticos e morais do uso de Inteligência Artificial

Enviada em 29/01/2021

Durante o período da Segunda Guerra Mundial (1941-1945), Alan Turing criou uma máquina capaz de decodificar mensagens criptografadas utilizadas pela Alemanha, ficando conhecido como “pai da computação”. Conquanto, os impasses éticos e morais em relação ao uso de inteligência artificial impossibilita que uma grande parcela da população desfrute das novas tecnologias. Nesse prisma, destacam-se dois aspectos importantes: a falta de segurança cibernética e a ausência de debate sobre o uso ético das redes sociais.

Primeiramente, é indubitável que a insegurança no sistema cibernético apresenta muitas dificuldades para a população. De acordo com o portal G1, cerca de 1,6 mil crimes cibernéticos foram registrados no Brasil, como é o caso da falsa identidade, hackeamento de dados e fake news. No entanto, evidencia-se a fragilidade da segurança dos dados online e a falta de incentivo governamental em investir nas plataformas contra roubos de informações.

Ademais, é notório a ausência de uma ampla discussão sobre o uso ético no ambiente digital. Dessa forma, Burrhus Frederic Skinner, psicólogo e cientista norte-americano, disse “O problema não é se as máquinas pensam, mas se os homens fazem.” Nessa lógica, observa-se o comportamento inadequado é praticado por diversos criminosos, em vigor até hoje, por meio da internet, esse comportamento inadequado é praticado por diversos criminosos, com o intuito de enganar os usuários com notícias envenenadas e a extorção cibernética, que exige dinheiro para impedir o ataque ameaçado. Sendo assim, é incontrovertível que os crimes cibernéticos não só aterroriza as pessoas, mas a sociedade no geral.

Em vista dos fatos supracitados, torna-se imprecindível a adoção de medidas que venham acabar com os impasses etícos e morais em relação do uso de inteligência artificial. Destarte, cabe o Governo em parceria com empresas privadas, que criem sistemas de proteção nas plataformas, garantindo a privacidade dos dados pessoais, por meio de investimentos financeiros destinados aos programas digitais para que as pessoas possam navegar na internet com segurança, afim de que as crianças e adolescentes tenham um comportamento livre nas redes sociais. Outras medidas são necessárias, pois  parafraseando Carlos Drummornd de Andrade “há uma pedra no meio do caminho” é só assim essa problemática será gradativamente removido.