Os impasses éticos e morais do uso de Inteligência Artificial
Enviada em 31/12/2020
Na animação “Wall-e”, os robôs realizam diversas funções e comunicam-se entre si. De maneira análoga, no mundo contemporâneo, a inteligência artificial está sendo cada vez mais desenvolvida. No entanto, tal fato traz também impasses éticos e morais, como desemprego e a possibilidade da Inteligência Artificial ultrapassar o ser humano.
Em uma primeira análise, cabe ressaltar a substituição da mão de obra humana por robôs como um um problema ético e moral. Sobre isso, durante a Revolução Industrial, período em que começaram a surgir máquinas com o objetivo de aumentar a produção no trabalho, houve êxodo rural em decorrência de desempregos em massa por substituição do homem. Logo, esse contexto pode facilmente se repetir com o aprimoramento da Inteligência Artificial, que em breve poderá realizar diversas tarefas que, hoje, ainda são realizadas pelo homem.
Da mesma forma, é válido destacar também a problemática envolvendo um possível ultrapassamento da inteligência artificial em relação ao homem. Acerca disso, segundo o documentário “Mundo Mistério”, há 3 níveis de IA, sendo o terceiro a capacidade das máquinas de pensarem sozinhas e, consequentemente, tomarem decisões sem a necessidade do auxílio humano. Nesse sentido, fica notável o perigo das máquinas chegarem a tal nível, já que poderiam se revoltar contra o homem, causando um caos mundial.
Em suma, são necessárias ações a fim de não permitir futuros efeitos negativos. Para isso, o Poder Legislativo dos principais países desenvolvedores de IA deverá impor limites ao avanço desta. Isso se dará por meio de leis, que expliquem os limites éticos e morais no desenvolvimento da IA. Dessa forma, limites não serão ultrapassados e robôs e máquinas inteligentes não serão uma ameaça no futuro.