Os impasses éticos e morais do uso de Inteligência Artificial

Enviada em 15/12/2020

Na obra “Utopia”, de Thomas More, é retratada uma sociedade perfeita, na qual o corpo social padronza-se pela ausência de conflitos e problemas. No entanto, o que se observa na realidade contemporânea é o oposto do que o autor prega, uma vez o uso da inteligência artificial apresenta barreiras, as quais dificultam a concretização dos planos de More. Esse cenário antagônico é fruto tanto das empresas e quanto do capitalismo.

Precipuamente, é fulcral pontuar que as empresas deriva desse problema. Segundo o pensador Thomas Hobbes, o estado é responsavel por garantir o bem-estar da população, conforme a inteligência artificial evolui, a taxa de desemprego nos próximos 20 anos é de 45% dos empregos que existem hoje serão automatizados, o desemprego pode tomar a renda básica universal uma necessidade.

Ademais, é imperativo ressaltar que o capitalismo como promotor do problema. O mercado de produtos e serviços de inteligência artificial crescerá $36,8 bilhões até 2025, investimentos serão centrados em empresas de IA e tecnologia  e como consequência a desigualdade vai aumentar.

Sendo assim, é nitido existem muitos agravantes no que tange à relação do homem com as tecnologias. Por isso, faz-se necessária a ação governamental para sanar tais impasses. Portanto, urge que o Ministério da Educação crie palestras elucitativas em escolas sobre as vantagens e desvantagens do uso da inteligência artificial, mostrando dos alunos os impactos negativas que o excesso da autonomia digital pode causar em suas vidas. Com isso, os indivíduos teriam maiores conhecimentos sobre o assunto, sendo mais conscientes nos usos desses artifícios. Ademais, é mister   que o Governo Federal conceda incentivos fiscais para as empresas que mantiveram o contigente de trabalhadores em suas intalações nos próximos, pois, fazendo-se isso, os empregos seriam preservados no futuro.