Os impasses éticos e morais do uso de Inteligência Artificial
Enviada em 01/12/2020
Frankenstein
A série Black Mirror, que retrata contos futurísticos, é um show aclamado da Netflix. Seus episódios demonstram vários impasses éticos e morais sobre a relação do homem com a máquina. A inteligência artificial é uma invenção muito valiosa, porém pode trazer grandes consequências para a sociedade que são a dependência e os erros que estas cometem.
Os vícios, também, vinculados ao uso extremo da inteligência, poderá criar uma dependência para a sociedade. As pessoas já estão mais acomodadas pelo uso diário da internet. Essa acomodação vai adiante e faz com que as tecnologias controlem suas vidas. Além disso, muitas destas máquinas tiram os empregos de trabalhadores, como ocorrido na Revolução Industrial. Esse movimento ocorreu entre os séculos XVIII e XIX e iniciou um processo da autoprodução em grande massa, o que tinha menos gastos com empregados.
Os erros que as tecnologias, por fim, pode promover são por vezes inofensivos, um exemplo são nos jogos, ou fatais, e esta é a grande questão da ideia. Cientista e especialistas tem o medo de que pequenas falhas se tornem desastres desproporcionais. Isto já foi comentada por muitos histórias de ficção científica, como a série de Black Mirror. A criação que se revolta contra o seu criador, essa ideia particular se iniciou no livro escrito de Mary Shelley, Frankenstein. Isto como os erros podem afetar a vida humana, no final do livro o cientista morre pela sua própria criatura.
A inteligência artificial, assim, a invenção que necessita ter um cuidado. Dessa forma, o Ministério da Tecnologia poderia investigar mais à fundo e investir em pesquisas sobre o perigo que as máquinas podem promover, e com isto restringir. Para isso, eles poderiam negociar com empresas de alto padrão tecnológico para ter cuidados com a ética e a moralidade. Se não a sociedade terá a chance de viver uma história de ficção científica. Como os contos de Black Mirror, em que a sociedade depende das máquinas ou que a própria se revolta aos criadores, como em Frankenstein.