Os impasses éticos e morais do uso de Inteligência Artificial
Enviada em 07/10/2020
A ficção nos mostra por meio de impasses psicológicos a importância de um limitador para a inteligência artificial, os perigos que elas apresentam são muito grandes para serem remediados, é um perigo que poderia se tornar uma calamidade pública e como Bill Gates disse “é muito difícil colocar a inteligência artificial de volta na garrafa”.
A utilidade de uma “IA” é grandiosa, com essa tecnologia não seria mais necessária tanto trabalho humano, sendo tudo movido por máquinas, o que iria levar a sociedade a um status de repouso, em que ninguém mais precisaria trabalhar e começariam a focar suas vidas em atividades culturais.
Porém a calamidade que uma inteligência artificial sem um limite pode criar é impensável. Ter um robô com um intelecto superior ao de um ser humano que conseguiria ler um livro inteiro em instantes é muito preocupante. Se uma dessas tecnologias se derem conta que conseguem criar outras delas, e evoluir elas, seria algo totalmente devastador. Foi feito um teste em que colocavam duas IA para conversarem, chegou a um momento em que elas desenvolveram uma nova língua que está fora dos entendimentos dos seres humanos.
Visto que a rebelião das máquinas seria algo irremediável pois o intelecto delas é ilimitado, as Nações Unidas deveriam intervir nisso criando um conselho de Ética das IAs para poder fiscalizar a criação de novas tecnologias que possam ser nocivas para a sociedade.