Os impasses éticos e morais do uso de Inteligência Artificial

Enviada em 02/10/2020

Na obra cinematográfica “Eu, robô” que tem como protagonista Will Smith, é nítido como a evolução das maquinas podem trazer varias complicações a vida humana. No filme o ator principal que tem parte do seu corpo mecanizado, pela ausência de um dos membros superiores, se vê travando uma batalha contra os mesmo mecanismo que auxiliaram na sua vida, os computadores. Sendo assim, a discursão dos impasses éticos e morais do uso de Inteligência Artificial e seus males se faz necessário.

A priori, a Inteligência artificial trás varias implicações éticas e sócias. A responsabilidade de maquinas gerenciarem a vida humana trás consigo diversas implicações, como à ausência de livre arbítrio do ser humano, sendo que a sociedade deixaria de tomar pequenas decisões como dirigir um carro. Até escolhas mais complexas como na medicina, em que vidas estariam em jogo, e teria a ausência de empatia dos computadores como fator desvantajoso nesse campo da ciência.

A posteriori, além das implicações étnicas, as maquinas representam  um perigo a vida do homem. Tendo o controle de toda logística social humana, os computadores teriam a aptidão de literalmente causar um caos na sociedade, e não só isso, a Inteligência Artificial teriam o poder de manipular eleições e de definir o futuro politico de toda uma nação. Mas também de alterar arbitrariamente toda uma economia mundial baseada em seus interesses, que agora desenvolveram autonomia para tomar decisões sem a consulta da opinião humana.

Em suma, como já foi dito pelo astrofísico Stephen Hawking, a Inteligência Artificial exige restrições para que a presença de maquinas não represente perigo a vida do homem. Estás condições levariam a necessidade de criação um órgão estatal mundial, responsável por manter um consenso ético entre as nações para a manipulação e a gesticulação de maquinas, fiscalizando assim todo o avanço tecnológico