Os impasses éticos e morais do uso de Inteligência Artificial

Enviada em 02/10/2020

Durante a Segunda Guerra Mundial em 1946, foi criado o primeiro computador por John Eckert e John Mauchley, este feito foi marcado pela chamada “Primeira Geração” tecnológica. Com isso, veio também os grandes impasses éticos e morais para o avanço da Inteligência Artificial. Nesse contexto, é necessário agir para amenizar o problema, que é motivado pelo medo da maquina substituir o homem assim, ocupando seu lugar no mercado de trabalho.

Segundo Bazzanela (2013, p.34) " O homem não conhece só por conhecer, mas conhece para um determinado fim". Nesta linha de raciocínio, mostra que o ser humano sempre quer muito mais do que foi oferecido a ele, e sobrepõem seus interesses acima de tudo, mesmo que isso corrobore para sua autodestruição. Sendo assim, não seria diferente com a IA o desejo de ver até onde  sua própria criação pode chegar.

De acordo com site G1, pesquisas feitas pela empresa de consultoria e auditoria Pricewaterhousecoopers (PwC), até em 2030 robôs substituirão 38% das vagas de trabalho nos Estados Unidos. Logo, não demorará para chegar no Brasil este elemento, ora que varias pesquisa afirmam que o trabalho de robôs são melhores do que do ser humano. Por isso, o medo nunca vai deixar de existir diante desta situação de vulnerabilidade que o homem se encontra.

Por tanto, é essencial que haja um limite para que o ser humano não saia prejudicado. Assim, as empresas devem criar uma nova função onde o homem passa a fiscalizar em tempo real o trabalho das maquinas, e sempre as reprogramando. Dessa forma, sera possivel garantir que elas não cometam nenhum erro grave que afete a vida do ser humano. Somente então daremos um passo para o bom equilibrio do uso da Inteligencia Artificial.