Os desafios relacionados à alimentação no Brasil
Enviada em 06/01/2021
Conforme a primeira lei de Newton, um corpo tende a permanecer em seu movimento até que uma força atue sobre ele, mudando-o de percurso. Nessa perspectiva, em alusão à realidade do Brasil, ainda que o acesso à informação tenha contribuído para a interiorização do conhecimento, ainda assim existem obstáculos a serem superados, em combate aos maus hábitos alimentares. Com isso, ao invés de funcionar como a força capaz de reverter essa situação, os desafios acelerado de vida das pessoas, bem como a falta de fiscalização dos alimentos acabam por contribuir com a situação atual.
Em primeira análise, com o desenvolvimento do Capitalismo Industrial, a partir do século XVIII, houve a produção em larga escala dos alimentos. No entanto, nos dias atuais é possível verificar a falta de hábitos saudáveis, em detrimento da disponibilidade de alimentos baratos e de fácil acesso. Um exemplo, são os aplicativos de alimentação, como o Fast Food, uma vez que produz comidas rápidas, como hamburguer, e entrega em um intervalo pequeno de tempo. Tendo em vista isso, é notório que com o ritmo de vida acelerado que muitos vivem, por conta do trabalho, esse acaba sendo um hábito constante, sem que haja uma preocupação maior com a saúde.
Sob um segundo enfoque, é notório que a produção de comidas rápidas, em especial nas famosas “cozinhas fantasmas”, tem por consequência a falta de fiscalização de como são produzidas as comidas, sendo um problema que agrava ainda mais os consumidores. Além disso, em consonância com o sedentarismo, é indubitável o desencadeamento de problemas irreversíveis a curto prazo, como a obesidade e diabetes. Desse modo, é evidente que as pessoas se encontram limitadas de fazer somente aquilo que acha possível, desconhecendo a própria realidade, bem como os riscos gerados pela má alimentação. Tendo em vista isso, é preciso que o Poder Público garanta projetos de incentivo aos bons hábitos, para que a população tenha consciência da importância em cuidar da saúde. Portanto, fica evidente a necessidade de medidas que realizem a mudança do percurso. Para isso, urge que o Ministério da Educação crie, por meio de verbas governamentais, processos seletivos que selecione fiscalizadores, sendo administrado por profissionais nutricionistas, para que seja controlado na prática o desenvolvimento das “cozinhas fantasmas”, a fim de exigir alimentos menos prejudiciais, além de acompanhar a produção de alguns, por meio de visitas semanais. Além disso, cabe ao Governo promover, por meio da publicidade, projetos de conscientização nos espaços públicos, a fim de enriquecer o conhecimento das pessoas acerca das consequências que os maus hábitos alimentares podem gerar. Somente assim, será possível a mudando do percurso, de modo que garanta a perspectiva de um mundo melhor.