Os desafios para a valorização da arte urbana no Brasil

Enviada em 11/03/2021

A Arte do Povo

A arte urbana vem sendo muito presente em nosso cotidiano já que, cada vez mais, ganha espaço nos muros e nos prédios das cidades brasileiras, com uma grande variedade de pinturas e temáticas. Todavia, por se tratar de um movimento social focado nas comunidades, há pessoas que a associam com marginalização ou, quando há, vandalismo o que torna uma barreira para sua disseminação. Logo, torna-se necessário combater esse preconceito e incentivar os artistas para que haja a valorização dessas intervenções no Brasil.

Primeiramente, muitas pichações tem como único objetivo depredar patrimônio público e privado das cidades, portanto é importante diferenciar o verdadeiro vandanlismo da arte urbana. Além disso, há uma ideia equivocada de ser um movimento marginalizado já que o mesmo é relacionado as periferias, locais mais pobres e violentos. Entretanto, isso não passa de um engano, já que tal arte é reconhecida internacionalmente e apenas alguns países, como o Brasil,  tem esse preconceito.

Outro fator, é que há pouco apoio dos governos para esse movimento pois, nas escolas, pouco se trabalha tais obras conhecidas por ter grandes artistas como o brasileiro, Eduardo Kobra ou o britânico, Banksy que possuem um grande papel social com suas pinturas ao redor do mundo. Dessa forma, deve haver uma aproximação entre a arte urbana e o ensino escolar.

Em suma, é imprescindível que o Estado faça campanhas usando cartazes nas ruas e palestras nas universidades com o objetivo de desassociar a arte urbana ao vandalismo, monstrando ao lado positivo desse movimento que atinge, principalmente, as comunidades. É necessário também haver programas educacionais nas escolas, nas quais incentive os alunos a produzir arte, tendo como foco a urbana para que, assim, haja a valorização desse movimento no Brasil.