Os desafios para a valorização da arte urbana no Brasil
Enviada em 11/03/2021
O artista Felipe Yung, foi quem fez o maior grafite do mundo, tendo quebrado o recorde da Guinness grafitando dez mil metro quadrados em São Paulo. No Brasil, muitas pessoas que produzem arte urbana sofrem com a desvalorização dessa forma artística, já que no país é uma coisa muito desvalorizada e considerada sem importância. Alguns do motivos para essa desvalorização é pessoas ainda reconhecerem o grafite apenas como vandalismo e a arte tem si não ser tão respeitada.
Primeiramente, é possível citar as pessoas que reconhecem essa arte como um vandalismo. Segundo o site Universo Ufes, as pessoas podem acabar considerando isso como ilegal pois muitos artístas acabam optando por fazerem suas artes urbanas em lugares como as placas de transito e lugares abondanado já que são lugares de fácil acesso e sem burocracias para pode pintar e expor sua forma de expressar. Nos termos do artigo 65 da Lei 9.605/98, esse tipo de ato pode gerar de 3 meses a 1 ano de prisão e uma multa.
Logo após, temos a desvalorização da arte no Brasil. De acordo com uma matéria do jornal Folha dos Lagos, os atores criticam o quanto o trabalho e o esforço deles não são reconhecidos no país. Com isso, é notável que se os atores que já são um dos tipos de artistas mais reconhecidos aqui, sofrem e reclamam desse fato, é possível que seja ainda pior com os grafiteiros e atores ou então divulgadores de arte de rua, pois são em alguns momentos são chamados de vandalos e “sem futuro”.
Para concluir, nota-se que as artes urbanas são desvalorizadas no Brasil por serem vistos como vandalos e a arte não ser valorizada aqui. Para evitar isso, é possível que os próprios artistas por meios das suas artes passem mensagens com os trabalhos de que nem sempe é um vandalismo e que isso é um meio de sobreviver também e o Governo também pode por meio das aulas de artes nas escolas, fazer projetos sobre as artes urbanas e mostrar aos alunos a verdadeira face das artes urbanas.