Os desafios no combate à pobreza menstrual no Brasil

Enviada em 07/10/2021

Segundo a senadora Zeneide Maia, Médica e política brasileira, “menstruar pode ser caro” pois é estimado um gasto de R$30,00 com uso de absorventes por cada ciclo menstrual. Dessa forma podemos observar que grande parte da população são pobres, não tem dinheiro para comprar nem comida e também não se trata apenas de higiene e sim saúde feminina. Sendo assim torna-se bastante relevante uma análise dos aspectos que ocasionam essa problemática: Dificuldade na busca de empregos e Negligência governamental.

Primeiramente, é preciso afirmar que a dificuldade na busca de empregos está cada dia mais agravante. Segundo o IBGE, a taxa de desemprego no Brasil nesse segundo semestre ultrapassou 14% atingindo aproximadamente 14 milhões de Brasileiros. Sendo assim, emerge um grande número de pessoas sem acesso a higiene, alimentação e uso de vestimentas básicas. Dessa forma, devem ser tomadas algumas medidas.

Segundamente, é necessário admitir que existe negligência governamental oque inclui a falta de alimentação adequada e higiene das crianças e adolescentes como o acesso a absorventes, aumentando assim o risco de doenças por cuidados inadequados como a escassez no acesso a água. Dessa forma,muitas mulheres deixam de frequentarem as escolas devido a essa ausência de acesso , quando na verdade o ensino é quem vai ajudar no desenvolvimento e na busca pela formação profissional no mercado de trabalho, podendo assim mudar sua qualidade de vida.

Portanto, compreende-se que há um problema contínuo de fundamental intervenção, se tratando da saúde e educação da nossa população. Desse modo, é preciso que o Governo Federal junto ao MEC (ministério da educação) adotem medidas como a disponibilização de absorventes ou coletores menstruais nas escolas públicas para dessa forma combater a pobreza menstrual, levar melhor qualidade de vida para as mulheres e também ajudar no desenvolvimento do aluno e do país com a redução da evasão escolar.