Os desafios no combate à pobreza menstrual no Brasil

Enviada em 07/10/2021

A pobreza menstrual no Brasil vem aumentado cada vez mais, e não é algo que existe a alguns meses e sim a muito anos, trazendo a desigualdade e violando os diretos humanos. De maneira análoga a isso a pobreza menstrual é algo que está tratado com pouca importância e sem muitas pautas a respeito. Nesse prisma destacam-se dois aspectos importantes: os estigmas da menstruação e a falta de saneamento em escolas e nas casas de milhares de brasileiros.

Primeiramente é indubitável como tratamos a menstruação como um estigma, isso não é vergonhoso e nem nojento e sim uma condição que acontece todo mês com as mulheres até a sua menopausa. Más como ainda é tratado como um tabu, a muitas duvidas sobre esse assunto, desse modo a falta de informação acaba trazendo um impacto muito grande para as escolas e também para a população que não tem acesso a informações digitais ou locais.

Outro assim, é notório que muitas famílias brasileiras não tem acesso não só a informações importantes como também ao saneamento básico, mais de 4 milhões de meninas não tem acesso a itens incluídos de cuidados menstruais, nas escola e muito menos em casa, dessa forma utilizando jornal, pedaços de pano ou folhas de árvores usando de forma improvisada para conter a sua menstruação, sendo assim tendo uma higiene precária que pode acarretar varias doenças.

Em vista dos fatos supracitados, faz-se necessário a adoção de medidas que diminuam oa pobreza menstrual no Brasil. Por conseqüência, cabe ao governo, secretaria de educação, Ministério da saúde, palestras sobre a importância da higiene e sobre a menstruação e como lidar com seus dias menstruais, disponibilizar absorventes grátis em postos de saúde e nas escolas. Cabe Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico se responsabilizar por falta de saneamento em diversas comunidades distantes da cidade, a fim de ajudar essas famílias a ter uma saneamento apropriado para sua higiene, para enfim resolver essa problemática.