Os desafios no combate à pobreza menstrual no Brasil

Enviada em 05/10/2021

O Brasil é um lugar que muitos ainda sofrem com a pobreza, consequentemente na falta de recursos, vem a falta de higiene, que é um enorme problema para as meninas, principalmente negras, sendo mais propensas a nascerem em lugares de classe baixa. A falta de atitude de òrgãos de saúde e a falta de conhecimento sobre menstruação e cuidados são fatores motivadores para a pobreza menstrual no Brasil.

Nas escolas brasileiras, percebe-se a falta de ensino sobre o cuidado que uma menina deve ter sobre seu corpo, é mais dificil falar ainda especificamente sobre a menstruação. Isso acontece porque esses são assuntos que muitos consideram delicados e ‘‘vergonhosos’’ de se comentar em público, por isso acaba gerando nas pessoas a falta de interesse pelo assunto. Por consequência disso, a população dificilmente levanta essa pauta em manifestações e com isso os órgãos responsáveis na área da saúde não tem a atitude de ajudar as meninas de classes mais baixas que apenas tem de lidar com os desafios de menstruar sem acesso a água canalizada em seus domicílios, ou sem acesso a absorventes em banheiros nas escolas.

Vê-se, que nos problemas mencionados, provocam vários desafios às meninas de classe baixa, que acaba sendo impossível lidar com os problemas da menstruação pela falta de higiene em que lugares mais pobres tem. Uma forma de abaixar os números de meninas que passam por isso, é professores incentivarem o conhecimento sobre a mentruação nas escolas, tanto em palestras, quanto dentro da sala de aula, isso ajudaria as meninas a falar mais abertamente sobre os problemas que a pobreza menstrual provoca. Os órgãos de saúde podem também distribuir absorventes gratuitamentes em banheiros escolares, em postos de saúdes e nas unidades prisionais. O acesso à higiene é um direito que precisa ser tratado como uma questão de saúde pública e de direitos humanos.