Os desafios no combate à fuga de cérebros no Brasil
Enviada em 31/08/2021
A Constituição Federal de 1988 assegura a todo o cidadão brasileiro o direito e o acesso à educação pública. Entretanto, na prática, tal lei não é aplicada, uma vez que diversos estudantes brasileros vão para o exterior com o objetivo de adiquirir formas de ensino mais avançadas e qualificadas, isto é, a fuga de cérebros. Nesse viés, tal cenário ocorre devido à precariedade do sistema de ensino e tem como consequência impactos na economia do país. Logo, medidas precisam ser tomadas para amenizar os desafios no combate à controvérsia.
Em primeira análise, convém salientar a falta de estrutura nas universidades para disponibilizar uma educação eficiente. Segundo dados do site globo.com, “a cada 20 escolas públicas no Brasil só uma tem uma estrutura considerada básica para educar”. Nesse sentido, é perceptível que muitos estudantes buscam ir para outros países para ter uma preparação eficaz, haja vista que as redes de ensino brasileira econtram-se em estado précario para atender a demanda de pessoas que fazem, por exemplo, doutorado, estudo no qual exige laboratórios de pesquisas complexos e materiais sofisticados. Desse modo, a ineficiente forma de ensino pública agrava a problemática, ao proporcionar que vários cidadãos busquem melhores redes de educação em outros locais extrangeiros.
Em consequência disso, a saída desses cidadãos para irem estudar no exterior impacta diretamente na estrutura econômica do país. Isso porque, geralmente, os indivíduos que possuem uma maior formação educacional, são os maiores praticantes da chamada fuga de cérebros, e, na maioria das vezes, essas pessoas não retornam ao seu país de origem. Nesse aspecto, o Brasil perde, de certa forma, pessoas que seriam futuramente qualificadas, devido à sua formação específica, para atuarem no mercado de trabalho, desenvolverem pesquisas, tecnologias e máquinas. Desse modo, tal circunstância acarreta, frequentemente, falta de desenvolvimento tecnocientífico do Brasil, já que carece de pessoas para realizarem essas tarefas, em especial pela fuga de cérebros.
São vistas, portanto, as causas e as consequências da saída de estudantes para outros países. Sendo assim, urge que o Ministério da Educação- órgão reponsável pelo ensino público- aprimore as universidades, por meio da construção de laboratórios científicos, disponibilção de livros para pesquisa e contratação de professores, com o fito de melhorar as redes de ensino públicas e, assim, tornar eficiente a forma de educação para que não ocorra a fuga de cérebros, mas, sim incentive aos estudantes a permanecerem e trabalharem no país, desenvolvendo áreas ,como as pesquisas Por conseguinte, concretizar-se-á a lei educacional da Constituição de 1988 na sociedade brasileira.