Os desafios no combate à fuga de cérebros no Brasil

Enviada em 27/08/2021

O fato de o Brasil não valorizar a área científica, como deveria, faz com que os grandes pesquisadores das Ciências deixem o país e procurem mais aprofundamento de estudo em universidades internacionais.

A princípio, vale ressaltar que os cérebros cintíficos saem do país em busca de interação com estudos avançados que podem ser ofertados em outros centros de estudos fora do Brasil. Também na remunerção, não há interesse governamental no crescimento científico já que a educação não é prioridade para investimento econômico, deixando, assim, as pesquisas sem conclusão.

Outrossim, isso acontece uma vez que os cérebros privilegiados, na maioria das vezes, são de origem das comunidades e não podem arcar com despesas para as pesquisas. Estão sempre contando com bolsas de estudo para a preparação da defesa de sua tese e, até mesmo, o estudo de língua estrangeira para a leitura do própio material necessário.

Além disso, no Brasil, existe uma visão antiga a respeito do estudo das ciências porque espera-se receber de outro país iniciativas que resolvam os problemas, como a vacina contra a COVID-19.

Tendo em vista o que foi citado acima, o governo, através do Ministério da Saúde, precisa criar projetos que valorizem os estudiosos brasileiros e permitam que os cientistas continuem no país por vontade própria e sintam-se importantes.