Os desafios no combate à fuga de cérebros no Brasil
Enviada em 05/10/2020
Barão de Itaraé, um dos propulsores do jornalismo alternativo durante a ditadura no País estava certo ao dizer: ‘‘ O Brasil é feito por nós, só falta desatar os nós.” Nesse sentido, os desafios no combate á fuga de cérebros no Brasil se torna um empecilho na sociedade. Dessa forma, é notório que não só a falta de investimentos governamentais, mas também a falta de reconhecimento, torna obsoleta o desenvolvimento do Pindorama.
Precipuamente, é fulcral postular que a ausência de investimentos governamentais se torna uma adversidade entre os indivíduos. Segundo Thomas Hobbes o Estado deve manter o bem estar da população, entretanto isso não ocorre na Republica Federativa do Brasil. Nesse contexto, pela baixa ação do governo jovens de mentes brilhantes deixam a nação em busca de melhores oportunidades para desenvolver seus ideais, se tornando um problema para o desenvolvimento da ciência. Desse modo, faz- se mister a reformulação dessa postural estatal de forma urgente.
Ademais, a falta de reconhecimento, pode ser apontada como um promotor do obstáculo. Segunda a revista do Piauí uma das pesquisadoras brasileiras de maior destaque mundial, a neurocientista Suzana Herculano-Houzel, deu adeus ao país. Ela trocou o Instituto de Ciências Biomédicas da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) pela Universidade Vanderbilt, nos Estados Unidos. Em carta, disse “ter-se cansado do ambiente que incentiva a mediocridade". Logo é evidente que cientistas renomados deixam o Brasil por não receberam o reconhecimento merecido, deixando uma precariedade no setor cientifico. Em vista disso, é evidente que a governança tome providências.
Portanto, medidas são necessárias. Assim a previdência deve investir capital no Ministério da ciência e tecnologia, com o apoio das Universidades publicas, deixando com que os cientistas aprimorem suas ideias e tragam progresso. E, de quebra, se possa viver em um país livre de atitudes inconsequentes.