Os desafios no combate à fuga de cérebros no Brasil
Enviada em 31/08/2020
A ciência vem sido muito propagada em todo o mundo desde o Período Clássico da Grécia Antiga. Contudo, mesmo sabendo sobre a importância de tal matéria para o avanço intelectual do país, o Brasil ainda enfrenta desafios que impedem o combate da fuga de pessoas capacitadas nesse âmbito, como por exemplo, a ausência de possibilidades profissionais, o que leva universitários à buscarem oportunidades no exterior e, ao mesmo tempo as estruturas decadentes que atrasam o trabalho científico.
A priori, vale ressaltar que a escassez de viabilização específica para o público universitário causa a migração de cérebros. Por isso, a Constituição Federal de 1998 descreve a educação como um direito universal sendo, desse modo, promovido por meio de uma colaboração social. Todavia, nota-se que não há a garantia no oferecimento de oportunidades estudantis, uma vez que existe grande exclusão dos indivíduos em período de graduação em relação ao acesso de experiência profissional. Nesse contexto, essas pessoas buscam instituições internacionais, que oferecem vantagens tais como a possibilidade de alcançar determinado objtivo após a graduação e, então, seguem a tendência de deixar o país de origem.
Ademais, é necessário destacar que a precariedade nas insfraestruturas dos institutos de pesquisa agrava o problema. Nesse sentido, o criador da empresa Apple, Steve Jobs, afirma que a tecnologia é responsável por desenvolver o mundo. Assim, é nítido que essa ferramenta carece de incenticos constantes para sustentar suas grandes variações. Entretanto, atualmente no Brasil, a insuficiência de investimentos direcionados à capacitação técnica dos laboratórios científicos desestimula a inovação desse sistema. Tal fenômeno ocorre devido ao despreparo dos ambientes de análise, visto que, ao reconheceram a inaptidão, os pesquisadores se distanciam das organizações nacionais e saem em busca de locais mais qualificados.
Portanto, torna-se evidente que medidas são fundamentais para reverter tal quadro. Desse modo, caberá ao Ministério da Educação aumentar as ofertas ao público estudantil, por intermédio da inserção de múltiplos estágios na grade curricular obrigatória. Assim, será possível conciliar o desenvolvimento profissional com o econômico e, como consequência, a permanência desses indivíduos no país. Além disso, o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações propiciar a melhoria das instituições de pesquisas, a partir de aplicações voltadas à reparação e construção de novos laboratórios. Feito isso, será possível o avanço técnico do país, reduzindo consideravelmente o índice de migração de talentos.