Os desafios no combate à fuga de cérebros no Brasil

Enviada em 08/06/2020

O Brasil, possui um catálogo de grandes cientistas e pensadores que contribuíram para com a humanidade. Porém, mesmo com essa história, a realidade no país é bastante controversa, na qual seus pesquisadores preferem continuar ou começar sua pesquisa em outra nação, por motivos de falta de investimento ou de falta de uma boa base.

Primeiramente, é necessário ponderar que muitas mentes brasileiras procuram refúgios para suas pesquisas em outros países ou empresas que queiram investir nela. Isso ocorre por, pesquisadores brasileiros não conseguir o investimento básico para suas análises, buscando entidades ou nações que consigam suprir o seus estudos. A prova disso é, o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), perdeu em aproximadamente 90% (do valor de 2020) da verba destinada a projetos, dificultando todas as pesquisas de continuarem. Em decorrência disso, a evasão desses estudiosos, para outros espaços, irá crescer de forma exorbitantes, assim deixando o Brasil com um grande atraso em comparação a outros países.

Também é necessário  considerar que, o Brasil possui uma terrível história de grandes nomes, de suas terras, receberem a notoriedade quando recebem uma base de apoio de outros países. A justificativa disso é que, o Brasil não tem um costume, desde as suas raízes, de apoiar o desenvolvimento social de sua população, preferindo focar mais na sua economia. A constatação disso é, Alberto Santos Dumont, nascido em Minas Gerais, pensou, montou, e fez seu primeiro voo em na capital da França assim ficando mundialmente famoso. A consequência disso é que, historicamente o Brasil sofre com esse desprestígio, assim vem sofrendo desde o seu encontro com a fuga de cérebros.

Unindo todos esses pontos, a procura de outros locais para continuar um projeto ou começar um, vem crescendo exorbitantimente no Brasil. Logo, para que não continue o país precisa, melhorar os ambientes de pesquisa. Assim é necessário que, o MEC junto com o CNPq devem, não só retomar o valor retirado das verbas de pesquisas, como aumentala assim possibilitando continuação de projetos já firmados. Também necessário que, o conselho junto com o ministério, melhore o ambiente para que cientistas e pesquisadores de outros lugares queiram vir a continuar ou começar uma pesquisa no Brasil.