Os desafios no combate à fuga de cérebros no Brasil
Enviada em 03/06/2020
Segundo o que foi dito por Marcos Ferreira; “Um país onde falta saúde, educação, segurança e ainda pagamos os impostos mais altos do mundo precisa ser repensado.”, uma frase que bem retrata a realidade atual do Brasil, tendo vista a que muitos profissionais da área de saúde tem optado por sair do país por falta de oportunidades de emprego e investimentos governamentais em recursos para pesquisas e avanço. Com base nessa via é fundamental discutir como evitar a fulga de cérebros de nosso país.
No que tange à falta de profissionais, é importante observa-se em primeiro ponto a falta de investimento governamental, tendo em vista a má distribuição rentável, utilizando de tal dinheiro para recursos baratos com baixa durabilidade e também a questão da corrupção tão bem existente desde a esfera pública; tange o meio municipal quanto federal, situação exposta pelos meios midiáticos. De tal forma com tanta inaplicabilidade é péssima gestão, muitos profissionais da área da saúde encontram-se refém de desemprego e falta de estimulando, que acabam tendo como consequência a optação por retirada do país em busca de melhores oportunidades.
Outrora, cabe salientar também a dificuldade para obtenção de matérias necessário tanto para o estudo quanto para atuação dos profissionais em hospitais. Através da pesquisa realizada pelo Instituto de Ciências Biomédicas da UFRJ, cerca de 99% dos profissionais necessitam importar materiais, pela forma escassa em que os matérias nacionais são feitos, e também tendo em vista que no campo internacional as rendas são melhores aplicadas.
Nota-se, portanto, que a questão da fuga de cérebros do Brasil, deve ser combatida. Para isso, é fundamental melhor atuação das forças Governamentais, em teor específico o Ministério da Fazenda, setor responsável pela liberação do dinheiro, atuando com uma melhor distribuição rentável para o Ministério da Tecnologia, Inovação, Comunicações e Saúde, ouvindo cada setor e suas devidas propostas para assim atuar em prol de um Brasil melhor. Por fim, também seria positiva a implantação de investimento no meio educacional e midiático, impulsionando assim as pessoas a aproximar-se do engajamento científico e de suas melhorias para com a sociedade, resultando assim na melhoria da qualidade de vida e assim deixando a ideia exposta por Marcos Ferreira no papel.