Os desafios no combate à fuga de cérebros no Brasil

Enviada em 02/06/2020

No século XXI, observa-se um novo tipo de migração: a fuga de cérebros. Essa é caracterizada pela saída de estudiosos de seus países de origem em busca por melhores oportunidades de trabalho. Tal fato é um problema no Brasil, em virtude da escassez de incentivos gornenamentais na ciência. Nessa perspectiva, é necessário analisar essa problemática.

A princípio, a falta de recursos financeiros, faz com que muitos pesquisadores percama possibilidades de continuar suas pesquisas, que tornam-se estagnadas. Com isso, esses indivíduos precisam colocar o próprio dinheiro para avançar com as suas pesquisas, tendo que comprar uténsilios que deveriam ser proporcionados pelo governo. Porém, a arrecadação de fundos destinados a ciência, sofrem declínio progressivo. Segundo a Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), em 2017, houve um corte de 44% no orçamento para a ciência.

Além disso, sem esse capital, enfrentam um prejuízo financeiro com a burocracia desnecessária. Pois, de acordo com o Instituto de Ciências Biomedicas da UFRJ, cerca de 99% dos cientistas precisam importar materiais, desses, 76% já perderam suas ecomendas devido a rentenção na alfândega. Por consenqência, torna-se mais favorável a diáspora de talentos do país. Desse modo, ocasiona o aumento de desigualdade entre países desenvolvidos e não desenvolvidos.

Portanto, é imprescindível a adoção dde políticas que tornem o país ´´doador de cérebros´´ um atrativo pólo de inovações científicas e tecnologicos. O Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovação e Comunicação, deve investir e ampliar a infraestrutura do ambiente de trabalho para torná-lo auspicioso e atraente para os cientistas continuarem suas pesquisas. Ademais, aprimorar a conexão entre as universidades, o mercado de trabalho e indústrias em geral, para diminuir a realidade diferente das economias desenvolvidas. Por fim, reduzir a burocracia alfandegária, para esses indivíduos não perderem tempo nas suas pesquisas.