Os desafios no combate à fuga de cérebros no Brasil

Enviada em 27/05/2020

Nos prímordios da história brasileira após o país se tornar independente em 1822, os principais pilares da economia eram formados basicamente por  exportações de máterias-primas, por ser carente de capitais era  extretamamente necessário que houvesse investimento para equilibrar a balança comercial, porém os tempos mudaram e a técnologia cresce frenéticamente, a vontade do homem de dominar o ambiente e a modernidade justificam a crescente emigração dos jovens talentos para países onde a  ciência e o conhecimento são enaltecidos.

Essa ocorrência valida o pensamento do sociólogo Bauman, de que a modernidade influencia constantemente na   transformação da sociedade, ou seja, tudo se altera muito bruscamente.Deste modo, já que essa realidade é intrínseca ao cotidiano brasileiro, é essencial as pessoas serem versáteis e utilizarem a tecnologia a seu favor.

Conseguinte,o Brasil adota o modelo oposto, diminui-se a verba para aréas cinentíficas e técnologas, é evidente que os governantes cortam orçamentos para determinados  âmbitos, o que de contrapartida deveria ser considerado um investimento, é visto como um gasto, tornando assim imprescindível a aproximação da comunidade científica á população.Portanto, é indubitável que o Brasil ainda é medíocre na questão tangível ao desenvolvimento intelectual, pois além dos cursos serem caros, a educação básica, infelizmente, é deficitária.

Logo, medidas são necessárias para alterar esse cenário. Para que isso ocorra, o MEC juntamente com o Ministério da Cultura devem planejar palestras para alunos de escolas públicas e convidados, com especialistas no assunto, a fim de trazer mais lucidez sobre o uso da tecnologia e suas novas profissões, além de maiores investimentos por parte do governo.É preciso que nossa comunidade olhe de maneira mais otimista para o diferente,pois, como constatou Anna Harednt: “a pluralidade é a lei da terra”.