Os desafios no combate à fuga de cérebros no Brasil
Enviada em 25/05/2020
“Brain Drain”, é um termo em inglês utilizado para fazer referência à fuga de cérebros, isto é, pessoas com grande capacidade intelectual que vão para outros países aplicar seu conhecimento devido à diversos fatores.
No Brasil, a perda de cérebros é cada vez maior. Segundo a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES), em 2015, 49.735 pesquisadores deixaram o país rumo a universidades estrangeiras.
Essa espécie de diáspora, pode ser entendida pela busca de melhores oportunidades para desenvolver seu trabalho em um ambiente mais favorável a ciência.
Enquanto as outras nações investem no mercado de pesquisa e tecnologia a fim de atrair profissionais, o Brasil suspende bolsas, corta despesas em pesquisa e desenvolvimento, deixando os jovens cada vez mais interessados em sair do país.
O êxodo de estudantes é uma preocupação imensurável, pois está se perdendo os melhores doutores que o país teria no futuro, levando consigo investimento feito com recurso público. É basicamente o capital brasileiro sendo levado para o exterior de diversas formas.
A “solução” é o investimento em educação e pesquisa, deixando o cenário nacional mais vantajoso para os “cérebros” não fugirem.