Os desafios no combate à fuga de cérebros no Brasil

Enviada em 04/06/2020

“Educação nunca foi despesa. Sempre foi investimento com retorno garantido”, frase dita pelo economista Sir Arthur Lewis, pode ser comprovada analisando os EUA, o qual, segundo a revista Época Negócios,  é o país que mais investe nas áreas do conhecimento e, como reflexo, exerce o papel de maior potência econômica atualmente. Todavia, o Brasil diverge dessa linha, visto que apresenta baixos investimentos em pesquisas científicas, oferencendo ambientes precários aos profissionais. Por conseguinte, ocorre o fenômeno da fuga de cérebros, o qual afeta a desenvoltura do país, sendo necessário propor soluções para combate-lo.

Primeiramente, embora grande parte dos estudantes  possuam um déficit com a sociedade, uma vez que seus estudos são financiados pela população, manter-se no país é uma decisão vinculada a vários desafios, como adquirir os recursos necessários e um ambiente favorável à execução do trabalho. Desse modo, muitos profissionais optam por deixar o país a fim de buscar melhores condições de emprego, beneficiando outros lugares com os avanços que esses indivíduos adquirirem.

Outrossim, o desemprego no Brasil é um catalisador para o fenômeno da fuga de cérebros. Segundo pesquisas realizadas pela Globo, o Brasil encontra-se entre os 10 países com a maior porcentagem de desemprego do mundo. Sendo assim, muitos indivíduos qualificados e recentes pós-graduados temem a perda de emprego e preferem ir para o exterior em busca de maior estabilidade.

Portanto, a fim de superar os desafios da fuga de cérebros, cabe ao Governo Federal investir mais em todas as frentes que compõem a área do Conhecimento e Educação, para assim, garantir melhores condições de trabalho e com os recursos necessários. Como resultado, o Brasil apresentará uma redução no número de indivíduos qualificados imigrando para o exterior, garantindo assim, o desenvolvimento do país e o retorno garantido pelo investimento, como dito pelo economista Lewis.