Os desafios no combate à fuga de cérebros no Brasil

Enviada em 16/05/2020

Crescente. Assim pode ser definida a questão da fuga de cérebros no Brasil. Por mais que exista a formação de profissionais dotados de um alto conhecimento, as oportunidades para eles são muito escassas. Ao considerar que o Brasil é incapacitado para desenvolver as habilidades desses profissionais de tanta importância para pesquisas e avanços tecnológicos, são necessárias mudanças que alterem esse quadro.

Na contemporaneidade, nota-se um alto movimento migratório de profissionais brasileiros para outros países com intuito de receber melhor remuneração, reconhecimento e oportunidades para realizar pesquisas e projetos. Haja vista seu desenvolvimento, os Estados Unidos são um dos maiores captadores de cérebros, logo, seus avanços tecnológicos são antecessores aos demais países, patenteiam vários projetos, e com isso, acumulam um monopólio gigantesco em várias áreas. Assim, é explícita a vontade dos pesquisadores em crescer em seu ramo, e como o Brasil perde a oportunidade de inovar em diversos setores ao não investir neles.

Haja vista que no Brasil existe uma falta de conexão entre as universidades e o mercado de trabalho e indústrias, a fuga de cérebros que desenvolveriam a economia é crescente. Em especial, no setor cinematográfico essa problemática é tremenda. Cada vez mais, grandes produções de Hollywood contam com contribuição de profissionais estrangeiros. Por exemplo o filme Matrix, considerado revolucionário, contou com grande participação brasileira. Portante, é notável a carência de investimentos na produção cultural no Brasil e como isso é prejudicial.

A fim de combater essa fuga, é papel do Ministério da Educação investir em projetos que valorizem e deem oportunidades para os brasileiros como profissionais, conectando as instituições de ensino com o mercado de trabalho. Por meio da adoção de políticas públicas de bolsas para pesquisadores realizarem seus projetos e de projetos sociais para jovens desenvolverem suas capacidades para criação e inovação. Com isso, o Brasil se tornará um atrativo polo de inovações científicas e tecnológicas.