Os desafios no combate à fuga de cérebros no Brasil

Enviada em 15/05/2020

Na contemporaneidade, um dos grandes desafios que permeiam a sociedade é quando profissionais especializados e com alto conhecimento no seu campo migram em busca de melhores condições de trabalho. A falta de incentivo escolar, a linguagem, a ideologia dos cidadão e a negligência Estatal ocasionam em diversas consequências negativas no Brasil. Logo, isso necessita ser modificado.

Em primeira instância, é observado que a falta de apoio popular gera um resultado negativo no Brasil. A comprovação desse fato pode ser categorizada por meio de dois empecilhos: O primeiro empecilho é  mostrado com publicações científicas que são redigidas em linguagem pouco acessível ao público leigo. Esse fator, faz com que grande parcela populacional não acredite que o financiamento em ciências seja algo positivo. À luz disso, o segundo empecilho mostra, a falha nas instituições de ensino em incentivar a formação de cientistas, fazendo com que, crianças esqueçam a profissão de cientista e vise as de médico, advogado, engenheiro e entre outras profissões.

Agregando essas informações, pode-se afirmar que o Estado não assessora o combate à fuga de cérebros em território nacional. Nessa perspectiva, tais dados divulgados pela CGEE( Centro de Gestão e Estudos Estratégicos) 35% das pessoas que possuem mestrado estão desempregadas e 25% de pessoas com doutorado estão desempregadas. Esse fato acontece pela não regulamentação da profissão de cientista ocasionando em, migrações para outos países onde, sejam vistos como profissionais capacitados e de qualidade.

Urge, que o índice sobre migrações e desempregos seja diminuído na prática, cabe aos Poderes públicos essa função, por meio de projetos e leis que visem o aprimoramento e medidas que levem a uma sociedade sem preconceito e justa com todos profissionais, com o auxílio de escolas para conduzir o processo de inclusão do profissionalíssimo  diversificado.