Os desafios no combate à fuga de cérebros no Brasil

Enviada em 12/05/2020

Para o pensador Socrátes, a vida sem ciência é uma espécie de morte. Diante dessa linha de raciocino compreende-se a grande importância que deve ser atribuída aos profissionais que atuam nessa área. Infelizmente, no Brasil não é atribuído devido reconhecimento, uma vez que os constantes cortes de investimentos em pesquisas e a pouca valorização aos cientistas fazem com que muitos talentos acabem migrando para outros locais em busca de melhores condições de trabalho.

Ao assumir o cargo no ano de 2019, o atual presidente da república Jair Bolsonaro na tentativa de melhorar as condições econômicas do país, realizou cortes expressivos no setor da pesquisas cientifica, desde bolsas até financiamentos em pesquisas. São diversos problemas gerados a partir de tais medidas, entre eles, atraso tecnológico e científico devido, maior probabilidade de mortes devido a novas doenças, entre outros. Situações como essa são a razão da grande evasão de mentes brilhantes do território nacional.

A sociedade por sua vez não possui consciência de como essa questão afeta diversos setores tais como financeiro, desenvolvimento e saúde coletiva. Todo trabalhador deve ser valorizado. No caso dos pesquisadores não é diferente, a ausência da devida importância faz com que não se sintam felizes na realização de suas obrigações e acabam por procurar locais onde possuam melhores salários e mais reconhecimento a sua função.

Em suma, evidencia-se a necessidade de ações para resolução de tal problemática. Sendo elas, a criação de políticas públicas pelo Governo Federal que tenham como objetivo destinar mais verba a estudos e pesquisas nacionais, diminuindo assim a “fuga de inteligência”, fazendo com que os profissionais sintam-se mais incentivados e o Brasil consiga evoluir nos âmbitos científicos, sociais e econômicos